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	<title>SINDLOC PE &#187; Alarico Assumpção Jr..</title>
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		<title>Fenabrave revisa projeções e prevê quedas mais profundas no ano</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2016 18:08:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fenabrave revisa projeções e prevê quedas mais profundas no ano Vendas de leves e pesados diminuem 20% e 22%, respectivamente FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23879/fenabrave-revisa-projecoes-e-preve-quedas-mais-profundas-no-ano SUELI REIS, AB Alarico Assumpção Jr., presidente da Fenabrave, divulga novas projeções para o mercado Após registrar nova queda nas vendas de veículos de 29% no acumulado entre janeiro de abril deste ano [&#8230;]]]></description>
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<h2 class="tt_RED_GG_titulo">Fenabrave revisa projeções e prevê quedas mais profundas no ano</h2>
<p class="resenhanot">Vendas de leves e pesados diminuem 20% e 22%, respectivamente</p>
<p>FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23879/fenabrave-revisa-projecoes-e-preve-quedas-mais-profundas-no-ano</p>
<p class="autor">SUELI REIS, AB</p>
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<div class="not_legenda">Alarico Assumpção Jr., presidente da Fenabrave, divulga novas projeções para o mercado</div>
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<div id="not_texto">Após registrar nova <strong>queda</strong> nas vendas de veículos de 29% no acumulado entre janeiro de abril deste ano na comparação com iguais meses do ano passado, considerando leves e pesados, a <strong>Fenabrave</strong> revisa as projeções para o ano e apresenta índices de retração maiores do que os anteriores, divulgados no início do ano (leia <a href="http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23239/fenabrave-aponta-para-mais-um-ano-de-queda" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>).</p>
<p>“O agravamento da crise que impacta diretamente o setor resultou em um desempenho muito pior do que havíamos previsto no início deste ano”, argumenta o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr. “Se não fosse a questão política, a econômica, que já estava deteriorada, não estaria tão gravemente afetada”, acrescenta.</p>
<p>- Veja <a href="http://automotivebusiness.anankecdn.net.br/pdf/pdf_437.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> os dados da Fenabrave.</p>
<p>Na nova previsão sobre o desempenho do setor para o ano, todos os índices de queda aumentaram entre 14 pontos porcentuais e 20,3 p.p.</p>
<p>No segmento leve, a entidade aponta que os emplacamentos serão 20% menores do que 2015 ao encerrar este ano com volume de 2,23 milhões de unidades, entre automóveis e comercias leves. Na projeção divulgada em janeiro, a Fenabrave previa queda de 5,9%, para 2,33 milhões de veículos leves.</p>
<p>Comerciais leves têm o pior índice entre todos os segmentos, com retração de 27,8% no comparativo anual, para 292,2 mil unidades. Antes era previsto um volume 13,8% menor se as vendas chegassem a 305 mil unidades.</p>
<p>Já para automóveis a Fenabrave projeta licenciamentos 18,6% abaixo do ano passado, para volume de 1,94 milhão de unidades. Os dados anteriores apontavam emplacamentos de 2,02 milhões, o que representaria recuo de 4,5% sobre 2015.</p>
<p>Em pesados, a nova projeção assinala vendas 22,5% menores neste ano, com a soma de caminhões e chassis de ônibus resultando em 83,7 mil unidades, sendo 65,6 mil caminhões e 18 mil ônibus. Segundo a entidade, estes volumes representarão queda de 23% e 21%, respectivamente.</p>
<p>“Historicamente, quando tínhamos uma crise, o segmento de caminhões era o ‘para-choque’ da recessão: no primeiro sinal de retomada, era o primeiro a voltar ao ritmo de vendas. Hoje não tem carga, não tem o que transportar porque a economia estagnou. A dificuldade extra por causa da política vem afetando a já combalida economia. Quando tem PIB, tem carga; tendo carga, tem compra de caminhão”, explica Assumpção.</p>
<p><b>EXPECTATIVAS PARA UMA CRISE CONTIDA</b></p>
<p>Para Tereza Maria Dias, da Mendonça de Barros Associados, que faz a consultoria econômica da Fenabrave, mudanças políticas ocorrendo já nos próximos dias com a expectativa de votação no Senado podem mudar o rumo do humor da economia. “Com alguma previsibilidade de governo, este ano deve parar de cair e há chance de voltar a crescer em 2017, considerando o novo governo”, afirma.</p>
<p>Ela calcula que embora mudanças no cenário político devam causar um estado inicial de melhora, haverá ainda resquícios da crise neste ano. A consultora prevê taxa de desemprego em 12,8% para o exercício atual, um pouco acima da estimativa média de 11%, acompanhada da queda da massa salarial. Do lado do empregador, haverá no início do próximo semestre uma aceleração de empresas que vão solicitar recuperação judicial.</p>
<p>Por outro lado, Tereza aponta que a produção industrial, mesmo com todos os segmentos no negativo (exceto fumo e celulose) deve começar a mostrar algum sinal de recuperação especialmente no segundo semestre. No ano passado, a atividade recuou 8,4%, enquanto que até março deste ano o índice aponta queda de 10,5%.</p>
<p>Sobre a inflação, a MB Associados trabalha com índice de 7% para o fim do ano e aponta uma projeção de PIB com queda de 3,8% caso ocorra uma mudança de governo. No caso de permanência da presidente Dilma Rousseff, a consultoria calcula um PIB negativo de 5% para este ano.</p>
<p>“Para 2017, trabalhamos com a expectativa de crescimento de 0,6% do PIB, com um câmbio a R$ 3,60, ainda favorável. O mesmo não ocorre se não houver troca de governo”, conclui Tereza.</p></div>
</div>
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