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	<title>SINDLOC PE &#187; Argentina</title>
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	<description>Sindicato das Locadoras de Pernambuco</description>
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		<title>Brasil e Argentina renovam acordo automotivo por mais 4 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 17:54:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sindlocpe]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordo automotivo]]></category>
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		<description><![CDATA[Brasil e Argentina renovam acordo automotivo por mais 4 anos Países preveem maior integração produtiva por livre comércio em 2020 FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/24168/brasil-e-argentina-renovam-acordo-automotivo-por-mais-4-anos REDAÇÃO AB Brasil e Argentina concordaram em renovar o acordo automotivo por mais quatro anos no mesmo molde do atual, denominado flex, que vence na próxima quinta-feira, 30 de junho. O comitê automotivo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="not_chamada">
<h2 class="tt_RED_GG_titulo">Brasil e Argentina renovam acordo automotivo por mais 4 anos</h2>
<p class="resenhanot">Países preveem maior integração produtiva por livre comércio em 2020</p>
<p>FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/24168/brasil-e-argentina-renovam-acordo-automotivo-por-mais-4-anos</p>
<p class="autor">REDAÇÃO AB</p>
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<div class="not_foto"><img src="http://automotivebusiness.anankecdn.net.br/fotos/G_noticia_24168.gif" alt="" width="300" align="left" /></div>
</div>
<div id="not_texto"><strong>Brasil</strong> e <strong>Argentina</strong> concordaram em renovar o <strong>acordo automotivo</strong> por mais quatro anos no mesmo molde do atual, denominado flex, que vence na próxima quinta-feira, 30 de junho. O comitê automotivo formado por representantes dos dois países se reuniu em Brasília nos dias 23 e 24 de junho e concluíram as negociações com a definição das condições do novo acordo, que prevê uma agenda de trabalho com foco na integração industrial e comercial a fim de possibilitar o livre comércio entre os dois mercados a partir de julho de 2020.</p>
<p>O livre comércio entre os países era o objetivo do Brasil desde a retomada das negociações neste ano, mas a Argentina decidiu conduzir as negociações visando à permanência do regime de cotas (leia <a href="http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23839/brasil-insiste-e-argentina-resiste-ao-livre-comercio" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>).</p>
<p>Pelo acordo atual, os dois países podem exportar até US$ 1,50 um ao outro em veículos e autopeças para cada dólar que importam do vizinho. Por exemplo, quem importa o total de US$ 1 milhão pode vender ao outro até US$ 1,5 milhão sem cobrança de imposto de importação; o que fica acima desses limites é taxado normalmente.</p>
<p>A regra continuará valendo para o período entre 1º de julho de 2016 até 30 de junho de 2020. Em comunicado divulgado na segunda-feira, 27, a Anfavea, associação das fabricantes no Brasil, confirma que se forem alcançadas as condições de uma maior integração produtiva e comercial, o valor passa a ser de US$ 1,7, após prévio acordo entre as partes.</p>
<p>“Um acordo com horizonte de médio e longo prazos é fundamental para dar mais previsibilidade ao planejamento e segurança na definição de investimentos. Por esta razão avalio de forma muito positiva a conclusão das negociações pelos governos, que demonstraram equilíbrio e maturidade ao enxergar a relação de complementariedade produtiva entre os países e prever agenda de trabalho visando ao livre comércio”, declarou na nota o presidente da Anfavea, Antonio Megale.</p>
<p>Por sua vez, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, comenta também em comunicado divulgado nesta data que o acordo de longo prazo trará benefícios mútuos ao conferir maior previsibilidade ao setor: “Depois de muita negociação, chegamos a um acordo por mais quatro anos que traz muita previsibilidade para o setor e que estabelece bases para o livre comércio automotivo a partir de 2020, uma grande vitória para a indústria nacional.”</p></div>
</div>
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		<title>Exportações devem superar as expectativas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 14:41:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sindlocpe]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ANFAVEA]]></category>
		<category><![CDATA[Anfavea]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[livre comércio]]></category>
		<category><![CDATA[projeção]]></category>

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		<description><![CDATA[Exportações devem superar as expectativas Anfavea considera que previsão de alta de 8% para o ano é conservadora FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23553/exportacoes-devem-superar-as-expectativas SUELI REIS, AB Com o crescimento de 26,8% das exportações de veículos no primeiro bimestre na comparação com mesmo período do ano passado, para 60,3 mil unidades, a Anfavea acredita que a atividade deve superar [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="not_chamada">
<h2 class="tt_RED_GG_titulo">Exportações devem superar as expectativas</h2>
<p class="resenhanot">Anfavea considera que previsão de alta de 8% para o ano é conservadora</p>
<p>FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23553/exportacoes-devem-superar-as-expectativas</p>
<p class="autor">SUELI REIS, AB</p>
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<div class="not_foto"><img src="http://automotivebusiness.anankecdn.net.br/fotos/G_noticia_23553.gif" alt="" width="300" align="left" /></div>
</div>
<div id="not_texto">Com o crescimento de 26,8% das <strong>exportações de veículos</strong> no primeiro bimestre na comparação com mesmo período do ano passado, para 60,3 mil unidades, a Anfavea acredita que a atividade deve <strong>superar as expectativas</strong> para o ano: “Nossa previsão de aumento de 8% das exportações em 2016 é extremamente conservadora. Esperamos um crescimento maior que o projetado no início deste ano”, afirma Luiz Moan, presidente da entidade que reúne as montadoras, durante a apresentação dos dados de desempenho do setor à imprensa na sexta-feira, 4, em São Paulo.</p>
<p>- Veja <a href="http://automotivebusiness.anankecdn.net.br/pdf/pdf_418.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> os dados da Anfavea</p>
<p>A maior contribuição para o resultado foi do segmento de leves, cujas vendas ao exterior aumentaram 28,7% no período, para pouco mais de 56,9 mil unidades, entre automóveis e comerciais leves. Os embarques de chassis de ônibus também subiram 15,7% nos dois primeiros meses do ano, passando de 733 para 848 unidades. O resultado geral das exportações só não foi melhor porque o volume de caminhões destinados a outros mercados caiu 3,1% neste começo de ano, para pouco mais de 2,5 mil unidades.</p>
<p>Segundo Moan, os embarques de veículos leves subiram 30% para a Argentina no primeiro bimestre, 142% para o México e 145% para a Colômbia e embora tenha registrado volume menor neste ano, as exportações de caminhões subiram 30% para o México e 40% para o Chile.</p>
<p>“Estamos trabalhando junto ao governo no esforço para alavancar as exportações ao máximo”, declara o executivo. Ele informa que com o fim das sanções internacionais impostas ao Irã, o Brasil estreitará acordos com aquele mercado: “As tratativas do ministro do MDIC com o Irã podem gerar novos negócios”, disse. Ele cita que o ministro Armando Monteiro anunciou ao setor que o Brasil poderá participar de uma concorrência para fornecer até 140 mil automóveis, 65 mil caminhões e 17 mil ônibus a longo prazo. Ele disse ainda que 10 empresas associadas à Anfavea já sinalizaram o interesse em fornecer seus produtos ao Irã.</p>
<p>Sobre a Argentina, Moan se diz “tão otimista quanto o ministro [do MDIC]”, uma vez que a Anfavea vai perseguir um acordo a longo prazo com o país vizinho com o objetivo de alcançar o livre comércio para o setor.</p>
<p>“Se for necessário um período de transição, nós o faremos. O importante é que ao final tenhamos atingido o livre mercado”, enfatiza.</p>
<p>Por outro lado, as exportações em valores continuam em declínio, mas com índice menor de queda: no primeiro bimestre os embarques renderam US$ 1,39 bilhão às montadoras, resultado 7,5% abaixo do verificado há um ano. “Há um mês, essa queda foi de 18%. A tendência é que durante o decorrer do ano vamos zerar essa queda e quem sabe buscar uma variação positiva”, disse Moan. Ele explica que este resultado se deve ao mix – menos embarques de produtos com maior valor agregado.</p></div>
</div>
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