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	<title>SINDLOC PE &#187; projeções</title>
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	<description>Sindicato das Locadoras de Pernambuco</description>
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		<title>Produção de veículos cai ao nível de 2004 até maio</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 15:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sindlocpe]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[ANFAVEA]]></category>
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		<description><![CDATA[Produção de veículos cai ao nível de 2004 até maio Com resultado, Anfavea reverte previsão e agora espera queda de 5,5% este ano FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/24065/producao-de-veiculos-cai-ao-nivel-de-2004-ate-maio SUELI REIS, AB A produção de veículos segue em níveis alarmantes: de janeiro a maio, a indústria brasileira entregou pouco mais de 834 mil unidades, entre leves e pesados, volume [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="not_chamada">
<h2 class="tt_RED_GG_titulo">Produção de veículos cai ao nível de 2004 até maio</h2>
<p class="resenhanot">Com resultado, Anfavea reverte previsão e agora espera queda de 5,5% este ano</p>
<p>FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/24065/producao-de-veiculos-cai-ao-nivel-de-2004-ate-maio</p>
<p class="autor">SUELI REIS, AB</p>
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<div class="not_foto"><img src="http://automotivebusiness.anankecdn.net.br/fotos/G_noticia_24065.jpg" alt="" width="300" align="left" /></div>
</div>
<div id="not_texto">A <strong>produção de veículos</strong> segue em níveis alarmantes: de janeiro a maio, a indústria brasileira entregou pouco mais de 834 mil unidades, entre leves e pesados, volume que fez com que o setor registrasse o pior nível desde 2004, de acordo com balanço da Anfavea divulgado na segunda-feira, 6. O resultado, segundo a entidade das montadoras, também representa queda de 24,3% sobre o apurado em igual acumulado de 2015, quando as linhas montaram um total de 1,10 milhão de unidades.</p>
<p>-Veja <a href="http://automotivebusiness.anankecdn.net.br/pdf/pdf_448.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> os dados da Anfavea</p>
<p>“Embora a produção tenha crescido 3,2% na passagem de abril para maio [213,8 mil unidades], temos algumas preocupações: além da queda no acumulado, também houve retração de 18% na comparação com maio do ano passado. Caminhões e ônibus estão com níveis da década de 1990 e este é um fator de preocupação”, afirma Antonio Megale, presidente da Anfavea durante coletiva de apresentação dos resultados do setor realizada em São Paulo.</p>
<p>“A produção não está sendo compensada pelas exportações”, acrescenta Luiz Carlos Gomes de Moraes, vice-presidente da Anfavea que responde pelo segmento de veículos comerciais pesados: “Caminhão depende de PIB e não vemos agora nenhum fator que estimule uma retomada”, completou.</p>
<p>Com este resultado, a Anfavea revisou as projeções para 2016 revertendo a previsão positiva para negativa. Agora a entidade espera que a produção nacional de veículos chegue a 2,29 milhões de unidades, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus: se for confirmado, o volume será 5,5% menor que o total de 2015, quando a indústria produziu 2,42 milhões de unidades. Na primeira previsão para o ano apresentada ainda em janeiro, as montadoras previam um leve aumento de 0,5% na produção, para 2,44 milhões de unidades.</p>
<p>“Esta será a consequência dos movimentos de exportação e vendas ao mercado interno. Ainda há espaço nas exportações, como mostram as projeções [estimativa de crescimento] e com uma possível retomada do mercado interno mais para o fim do ano”, estima Megale.</p>
<p>Do total previsto para ser produzido este ano, a Anfavea afirma que o segmento leve terá queda de 5,7%, para 2,2 milhões de unidades, enquanto pesados terá leve retração de 1%, para 94,6 mil, entre caminhões e ônibus.</p>
<p><b>DESEMPENHO POR SEGMENTO</b></p>
<p>Os veículos leves registraram produção 24% menor no acumulado de cinco meses contra igual período do ano passado, para 800,9 mil unidades. Comerciais leves tiveram o pior resultado, com queda de 30,4% com 110,8 mil, enquanto automóveis, com 690 mil unidades, apresentaram retração de 22,8%. Segundo a Anfavea, a capacidade ociosa no segmento está acima de 50%.</p>
<p>Apesar disso, o segmento de pesados continua a exercer a maior influência negativa no setor automotivo: as montadoras reduziram a produção de caminhão e ônibus em 31,5% no acumulado entre janeiro e maio contra mesmo período de 2015 ao entregarem 33,1 mil unidades contra as 48,4 mil de um ano antes. Com 25,7 mil caminhões, houve retração de 29,2%, enquanto os ônibus, com 7,4 mil unidades, registraram queda de 38,5%. A ociosidade do segmento continua acima de 70%.</p>
<p><b>ESTOQUES E EMPREGOS</b></p>
<p>Em maio, a indústria registrou 236,4 mil veículos em estoque, dos quais 162,4 mil nos concessionários e 74 mil nos pátios das fabricantes. Segundo a Anfavea, considerando o ritmo de vendas do mês passado, o estoque é equivalente a 42 dias. “Apesar da redução sobre abril [250 mil veículos] ainda é um estoque elevado. Deve haver ainda algum esforço das empresas para a redução deste estoque”, disse Megale.</p>
<p>O executivo se refere às medidas que as montadoras estão adotando desde o ano passado para conter a produção e manter o nível de empregos, como o PPE (Programa de Proteção ao Emprego), layoff, férias coletivas e licenças remuneradas. Apesar disso, a indústria automotiva fechou 1,3 mil vagas em maio, reduzindo o total de empregados em 1,1% contra abril, para 128 mil. Com relação ao ano passado, houve queda de 7,4%.</p>
<p>Segundo a entidade, atualmente 27 mil pessoas estão afastadas de seus empregos, sendo 21 mil pelo PPE e 6 mil em layoff.</p>
<p>“O nível de produção é de 2004, mas o de emprego é de 2010, então há uma defasagem. Há um claro esforço por parte das empresas pela manutenção dos postos de trabalho a fim de ter mão de obra qualificada quando tivermos a retomada do mercado”, declarou Megale. “De forma pontual, três associadas anunciaram que vão contratar para atender contratos de exportação”, lembrou.</p>
<p>Megale declarou ainda que a Anfavea está iniciando conversas com o governo no sentido de tornar o PPE um programa perene. De acordo com a Lei nº 13.189, de novembro de 2015, o PPE se extingue em 31 de dezembro de 2017.</p>
<p><b>NOVAS PROJEÇÕES PARA PRODUÇÃO E EXPORTAÇÕES</p>
<p></b> <img title="projeções Anfavea" src="http://automotivebusiness.clientes.ananke.com.br/imagem/projecoes_anfavea_2016.jpg" alt="" /></div>
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		<title>Fenabrave revisa projeções e prevê quedas mais profundas no ano</title>
		<link>http://sindlocpe.siteoficial.ws/2016/05/04/fenabrave-revisa-projecoes-e-preve-quedas-mais-profundas-no-ano/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2016 18:08:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[sindlocpe]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Fenabrave]]></category>
		<category><![CDATA[Alarico Assumpção Jr..]]></category>
		<category><![CDATA[emplacamentos]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Fenabrave revisa projeções e prevê quedas mais profundas no ano Vendas de leves e pesados diminuem 20% e 22%, respectivamente FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23879/fenabrave-revisa-projecoes-e-preve-quedas-mais-profundas-no-ano SUELI REIS, AB Alarico Assumpção Jr., presidente da Fenabrave, divulga novas projeções para o mercado Após registrar nova queda nas vendas de veículos de 29% no acumulado entre janeiro de abril deste ano [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="not_chamada">
<h2 class="tt_RED_GG_titulo">Fenabrave revisa projeções e prevê quedas mais profundas no ano</h2>
<p class="resenhanot">Vendas de leves e pesados diminuem 20% e 22%, respectivamente</p>
<p>FONTE: http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23879/fenabrave-revisa-projecoes-e-preve-quedas-mais-profundas-no-ano</p>
<p class="autor">SUELI REIS, AB</p>
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<div class="not_foto"><img src="http://automotivebusiness.anankecdn.net.br/fotos/G_noticia_23879.jpg" alt="" width="300" align="left" /></div>
<div class="not_legenda">Alarico Assumpção Jr., presidente da Fenabrave, divulga novas projeções para o mercado</div>
</div>
<div id="not_texto">Após registrar nova <strong>queda</strong> nas vendas de veículos de 29% no acumulado entre janeiro de abril deste ano na comparação com iguais meses do ano passado, considerando leves e pesados, a <strong>Fenabrave</strong> revisa as projeções para o ano e apresenta índices de retração maiores do que os anteriores, divulgados no início do ano (leia <a href="http://www.automotivebusiness.com.br/noticia/23239/fenabrave-aponta-para-mais-um-ano-de-queda" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>).</p>
<p>“O agravamento da crise que impacta diretamente o setor resultou em um desempenho muito pior do que havíamos previsto no início deste ano”, argumenta o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr. “Se não fosse a questão política, a econômica, que já estava deteriorada, não estaria tão gravemente afetada”, acrescenta.</p>
<p>- Veja <a href="http://automotivebusiness.anankecdn.net.br/pdf/pdf_437.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> os dados da Fenabrave.</p>
<p>Na nova previsão sobre o desempenho do setor para o ano, todos os índices de queda aumentaram entre 14 pontos porcentuais e 20,3 p.p.</p>
<p>No segmento leve, a entidade aponta que os emplacamentos serão 20% menores do que 2015 ao encerrar este ano com volume de 2,23 milhões de unidades, entre automóveis e comercias leves. Na projeção divulgada em janeiro, a Fenabrave previa queda de 5,9%, para 2,33 milhões de veículos leves.</p>
<p>Comerciais leves têm o pior índice entre todos os segmentos, com retração de 27,8% no comparativo anual, para 292,2 mil unidades. Antes era previsto um volume 13,8% menor se as vendas chegassem a 305 mil unidades.</p>
<p>Já para automóveis a Fenabrave projeta licenciamentos 18,6% abaixo do ano passado, para volume de 1,94 milhão de unidades. Os dados anteriores apontavam emplacamentos de 2,02 milhões, o que representaria recuo de 4,5% sobre 2015.</p>
<p>Em pesados, a nova projeção assinala vendas 22,5% menores neste ano, com a soma de caminhões e chassis de ônibus resultando em 83,7 mil unidades, sendo 65,6 mil caminhões e 18 mil ônibus. Segundo a entidade, estes volumes representarão queda de 23% e 21%, respectivamente.</p>
<p>“Historicamente, quando tínhamos uma crise, o segmento de caminhões era o ‘para-choque’ da recessão: no primeiro sinal de retomada, era o primeiro a voltar ao ritmo de vendas. Hoje não tem carga, não tem o que transportar porque a economia estagnou. A dificuldade extra por causa da política vem afetando a já combalida economia. Quando tem PIB, tem carga; tendo carga, tem compra de caminhão”, explica Assumpção.</p>
<p><b>EXPECTATIVAS PARA UMA CRISE CONTIDA</b></p>
<p>Para Tereza Maria Dias, da Mendonça de Barros Associados, que faz a consultoria econômica da Fenabrave, mudanças políticas ocorrendo já nos próximos dias com a expectativa de votação no Senado podem mudar o rumo do humor da economia. “Com alguma previsibilidade de governo, este ano deve parar de cair e há chance de voltar a crescer em 2017, considerando o novo governo”, afirma.</p>
<p>Ela calcula que embora mudanças no cenário político devam causar um estado inicial de melhora, haverá ainda resquícios da crise neste ano. A consultora prevê taxa de desemprego em 12,8% para o exercício atual, um pouco acima da estimativa média de 11%, acompanhada da queda da massa salarial. Do lado do empregador, haverá no início do próximo semestre uma aceleração de empresas que vão solicitar recuperação judicial.</p>
<p>Por outro lado, Tereza aponta que a produção industrial, mesmo com todos os segmentos no negativo (exceto fumo e celulose) deve começar a mostrar algum sinal de recuperação especialmente no segundo semestre. No ano passado, a atividade recuou 8,4%, enquanto que até março deste ano o índice aponta queda de 10,5%.</p>
<p>Sobre a inflação, a MB Associados trabalha com índice de 7% para o fim do ano e aponta uma projeção de PIB com queda de 3,8% caso ocorra uma mudança de governo. No caso de permanência da presidente Dilma Rousseff, a consultoria calcula um PIB negativo de 5% para este ano.</p>
<p>“Para 2017, trabalhamos com a expectativa de crescimento de 0,6% do PIB, com um câmbio a R$ 3,60, ainda favorável. O mesmo não ocorre se não houver troca de governo”, conclui Tereza.</p></div>
</div>
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